Aninha
13 January 2026 @ 02:30 pm

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Aninha
16 November 2011 @ 07:50 pm
Eu não sei se é porque já fui madrinha de dois casamentos este ano ou se é o fato do meu namorado ter comprado nossas alianças de noivado recentemente (embora ainda não estejamos usando e isso seja segredo - oops!), mas o fato é que minha opinião sobre o assunto mudou.

Chega a ser engraçado. Quando eu era criança, queria me casar por volta dos 23 anos, na praia, em um dia fresco e sem calor. Quando cheguei aos 23, decidi que jamais me casaria – e isso não tem nada a ver com traumas ou qualquer outra coisa parecida.

Na minha cabeça, juntar os trapos (ou as escovas de dente) já estava de bom tamanho. Não via lógica em casamento de papel passado e muito menos em uma cerimônia com festa. Essa ideia perdurou e eu até cheguei a fazer uma aposta com uma amiga – consistia em eu pagar um salário mínimo caso eu, de fato, me casasse (porque ela sempre acreditou que eu estava destinada a isso e talvez o bolso dela também acreditasse). E eu bati o pé firme, dizendo que isso jamais aconteceria e que ela me pagaria o mesmo valor caso eu apenas fosse morar com alguém. Cheguei mesmo a noivar nessa época, mas ainda tinha na mente a ideia de que não me casaria (e isso foi bom, acreditem – o cara era péssimo).

Hoje, depois de alguns anos, minha opinião mudou totalmente.

É verdade que já estou há pouco mais de 2 anos com o homem que eu tenho certeza ser o da minha vida, e é também verdade que fui a dois casamentos da família dele somente neste ano (e ainda fui madrinha de ambos). Talvez isso tenha influenciado.
O que acontece é que hoje eu tenho vontade de me casar. Não simplesmente pegar a trouxinha de roupa e ir viver debaixo do mesmo teto que ele.

Sinto vontade de, assim como as noivas que vi casarem neste ano, dar uma festa, fazer uma linda cerimônia, usar um belo vestido branco e me emocionar com tudo.

Como explicar isso pro meu namorado é que não sei. Porque logo que começamos a falar de casamento (e isso foi bem no começo) fui clara em dizer que não ligava pra isso. Se ele quisesse papel assinado, tudo bem, mas que não nos preocupássemos com festas e cerimônias, pois poderíamos usar o dinheiro com coisas mais importantes – para o nosso apartamento, por exemplo.

Ele também não liga, como todo homem. Mas ele também se sentiu tentado a toda essa pompa depois do casamento da prima e da irmã. E quem não ficaria?

Não tem coisa mais bonita do que ver aquela linda mulher entrar, acompanhada de seu pai, ao som da marcha nupcial, com lágrimas nos olhos e ser entregue para o homem que você escolheu como companheiro para a vida. Não há nada mais bonito que ouvir os votos e as palavras de amor do padre. Nem nada mais bonito que ver os pais dos noivos emocionados. E, finalmente, nada mais lindo que o momento de beijar a noiva e sair da igreja sob o título de marido e mulher.

Senti-me muito emocionada no casamento da irmã dele. E acho que foi ali, no momento de cumprimenta-la com as lágrimas escorrendo pelo rosto, que comecei a me imaginar dentro de um vestido lindo e branco, com véu e grinalda, entrando no altar.

O duro é a realidade.

É tudo muito lindo e coisa e tal. Mas é muito dinheiro para apenas uma noite. Sendo realista e voltando um pouco à minha antiga visão, estamos realmente penando para juntar dinheiro e comprar um apartamento. Faço contas o tempo todo, penso na dificuldade que será para pagar as prestações e eu, particularmente, tenho um medo horrendo de que essas questões financeiras acabem nos desiludindo (como boa canceriana que sou).

Vontade de casar eu tenho, mas acredito que o mais importante agora é termos um lugar para viver. Temos que contar com o fato de que eu estarei em uma situação totalmente nova, uma vez que terei que mudar de cidade – e muito provavelmente de emprego também.

As alianças estão aqui, na minha gaveta, com nossos nomes gravados junto com a data do namoro (já que não sabemos a data do noivado). Fico pensando nelas o tempo todo e em como dar a notícia à minha mãe, mas também fico pensando em todas essas dificuldades que teremos que enfrentar.

Mas, para um casal que já enfrenta obstáculos por morar em cidades diferentes, tenho fé de que essas outras pedras no nosso caminho serão facilmente atravessadas.

E temos que esperar para ver. Quem será que vai vencer a aposta? Isso só o tempo, o coração e o dinheiro nos dirá.
 
 
Aninha
04 November 2011 @ 09:21 pm
Daí que quando não se tem muito o que fazer nas férias, a gente se pega pensando na vida...

Não que eu não tenha feito muita coisa nas férias, mas levando-se em conta que passei bastante tempo em São Paulo cuidando do meu namorado que operou as amigdalas, depois voltei pro Rio, depois voltei pra São Paulo pro casamento da minha cunhada e depois pro Rio de novo, onde não fizemos nada porque a meteorologia nos enganou... é, eu acho que tive muito tempo pra ficar matutando no busão, no avião, em casa...

Eu já voltei de férias nesta quinta-feira, infelizmente (confesso que gosto muito dessa falta do que fazer, de dormir até tarde, de cochilar lendo Os Três Mosqueteiros num dia chuvoso...), mas ainda dá tempo de postar aqui algumas bobagens...

Um dia, nas férias, eu estava me lembrando que há uns 10 anos (ou mais, talvez), uma louca que fazia cursinho de informática comigo resolveu ler a minha mão. Dizia ela que era filha de ciganas e que, por isso, sabia bem o que estava fazendo. Eu, não tendo nada a perder e levemente inclinada a acreditar nessas coisas, deixei que ela tomasse minha mão nas dela e começasse o discurso.

Me lembro como se fosse hoje, ela perguntando:

“Você viaja muito?”
“Não, por que?”
“Ah, eu vejo aqui que você irá viajar muito ainda”

É claro... coisa muito genérica pra se prever (até eu diria isso se me atrevesse a ler a mão de alguém). E já que era sobre viagem, eu resolvi “viajar” e fiquei me imaginando na Europa, nos Estados Unidos, no Japão... rica, é óbvio! – de que outra forma eu poderia viajar tanto?

Um tempo depois cheguei à conclusão de que eu viajaria muito mesmo, mas só na imaginação alimentada pelas fotos da internet, baixando os shows das minhas bandas de j-rock e k-pop preferidas e coisa e tal.

E eis que hoje realmente me vejo viajando muito. Pena que não é pra Europa, Estados Unidos, Japão e nem Argentina (é, a coisa tá feia). Eu vivo entre Rio e São Paulo, minha gente. Era isso que ela queria dizer (e eu nunca imaginei uma coisa dessas).

Quando a descendente de cigana disse que eu viajaria muito nessa vida, o significado oculto por trás daquelas palavras era, na verdade:
“Você irá conhecer o amor da sua vida em outro estado e isso fará com que você gaste muito dinheiro em passagens de ônibus e avião. Por isso você não será rica.”

Tá, mentira que eu tô mais pobre por causa das passagens. Meu problema financeiro tem a ver com a porcaria de escolha que eu fiz pra minha vida. Devia ter estudado arquitetura, como eu queria, em vez de administração. Mas isso já é assunto pra outro post.

Mas a verdade é que eu gosto de ficar nessa de Rio e São Paulo. Já conheci pessoas maravilhosas e lugares muito legais com essas viagens – que, veja bem, não sou só eu que faço. Meu namorado também vive na rodoviária, coitado.

Por causa dele, conheci o litoral norte de São Paulo e me surpreendi. Carioca tem esses preconceitos, porque acha que vive no único lugar que possui praias incríveis e coisa e tal. Não, gente... a diferença é só que nós temos um acesso mais fácil para ir à praia (eu, por exemplo, pego um ônibus e em 30 minutos estou em Ipanema). Os paulistas, infelizmente, precisam enfrentar muitas horas de trânsito pesado para chegar à praia.

No litoral norte paulista existem praias lindíssimas, dignas de serem chamadas de paradisíacas. Sério mesmo. Tenho vídeos e fotos muito bonitas para mostrar, se quiserem. Algumas praias só são acessíveis por trilhas, o que as torna ainda mais interessantes.

E aqui no Rio eu descobri que conhecia muito pouca coisa. Meu conhecimento de Região dos Lagos se resumia a Cabo Frio e a Figueira (que eu acho que muita gente também não conhece, mas tá valendo). Por causa do meu namorado, conheci Búzios, Arraial do Cabo, Rio das Ostras, Macaé, etc. Além de ter ido ao Pão de Açúcar e ao Cristo pela primeira vez (porque o carioca mesmo não vai nesses lugares de turista, né).

Além de conhecer lugares ótimos, ainda tenho a companhia do meu amor. Tem coisa melhor? Algo me diz que muitas viagens ainda estão por vir! =)
 
 
Aninha
26 September 2011 @ 07:33 pm
Tem séculos, eu sei, que eu não posto aqui...
Não que minha vida esteja monótona, muito pelo contrário... anda tão agitada que é justamente por falta de tempo que eu não posto aqui.

E também porque esse LJ não é mais a mesma coisa... as pessoas que antigamente visitavam ele, hoje em dia são pessoas tão ocupadas quanto eu e aí fica complicado mesmo revisitar seus LJs preferidos...

Bom, mas eu ando com vontade de escrever esses dias...

E hj pensei muito em dança, né?

Ninguém aqui do LJ sabe, óbvio, mas o balé foi cancelado esse ano... T__T estou sofrendo horrores... Minha mente tá sofrendo por não ter mais uma válvula de escape das preocupações do dia-a-dia e meu corpo tá sentindo os reflexos da falta de exercícios.

Eu bem que tento... tenho corrido periodicamente com uma amiga, mas nada supera a dança! Sinto muita falta mesmo.

Mas daí eu tento superar isso assistindo o So You Think You Can Dance. Tá legal que eu já assisti a última temporada pela internet, mas sempre vale a pena rever a 5ª pela TV, com uma pontinha de esperança que eles continuem a passar a 6ª - já que essa eu não consegui nem ver pela internet, uma vez que há poucos videos no youtube.

Quem acompanha, sabe quem vence a 5ª temporada. Eu, particularmente, não curti o resultado, mas tá valendo.
E qualquer coisa tá valendo quando vc troca de canal e vai assistir o "Se Ela Dança Eu Danço" no SBT... >.<

Que programa ruim, aliás.
Não, não... ruim sou eu. É PÉSSIMO E SUPER BATIDO.

Eu me contorço toda enquanto assisto esse programa (e não, não é porque estou tentando imitar os movimentos acrobáticos que alguém porventura venha a fazer no programa). Me contorço de nervoso! Quase tenho convulsões!

Não é possível que o Brasil só tenha dançarinos de rua! 
Não me entendam mal: eu gosto de dança de rua, hip hop, popping, krump e afins (inclusive fiz street dance por uns 2 ou 3 anos), mas fica parecendo que é só isso que tem por aqui. É só isso que aparece com alguma qualidade naquele programa (alguma, ainda não é tão bom quanto poderia, porque já vi outros grupos dançarem por aí bem melhor do que os que estão lá).

Gente, no Brasil tem muita gente boa por aí. Quando eu digo boa, é boa mesmo... que conseguiria dançar de tudo (que nem no SYTYCD), com beleza e criatividade. Mas onde estão essas pessoas?

Acredito que estejam procurando coisa melhor, porque o programa é bem desacreditado do meu ponto de vista.

E acho que a culpa também vem lá da educação, viu? Afinal, você foi criado desde pequeno assistindo a musicais e espetáculos de dança? Pois é.

Aqui no Brasil não temos essa tradição de formar bailarinos para grandes musicais. E olha que eu conheço gente muito boa que teve que procurar outras formas de viver, porque de dança não dá.

Não é uma coisa mesmo muito acessível. Dançar é caro também. E quando é grátis, é apenas para comunidades carentes (que logo tem seus maravilhosos talentos levados para a Europa). O povo que é pobre mas não é de comunidade fica sem opção (me inclua nessa).

Acho que todos nós tínhamos que correr pro Se Ela Dança Eu Danço e fazer uma revolução de qualidade.
Acho que o João ia gostar... hahaha.

Enfim, gente. Se vocês conhecerem um lugar que tenha dança contemporânea, balé moderno, jazz, clássico, etc, e que não cobre caro (ou que abram concursos para bolsas), me avisem!

Eu e mais umas mil órfãs do balé da mabe agradeceremos.

Agora deixa eu ir lá, pq o SYTYCD começou! hehe.
 
 
Aninha
10 January 2011 @ 12:13 am
Read more...Collapse )
 
 
Current Mood: awakeawake
 
 
Aninha
28 December 2010 @ 10:01 pm
Resolvi dar uma passada aqui antes do ano novo...

Em meio à vida atribulada de trabalho, às viagens a São Paulo, aos joguinhos sanguessugas do facebook e aos doramas maravilhosos, arrumei um tempinho pra postar...

Feliz 2011 a quem ainda ler alguma coisa desse lj... :D
E feliz 2011 pra quem não lê, mas que já passou por aqui também! =)

Ano que vem tem mais!

Quero terminar logo de assistir o maravilhoso Capital Scandal pra escrever uma review do jeito que esse dorama merece e postar aqui...

Beijos a todos! o/
 
 
Current Mood: contentcontent
 
 
Aninha
14 November 2010 @ 11:31 pm
Ai, gente... que tempo doido é esse, hein?

Por que está tão frio nessa época do ano??? brrr...

Nesse tempinho, o melhor seria ficar embaixo das cobertas, assistindo um filminho (ou um dorama) com seu namorado, comendo pipoca e guaraná... mas meu namorado está em São Paulo e o balé não me dá tempo pra fazer isso! Ó vida!

Mas você que não tem seus pés massacrados por bolhas causadas por uma sapatilha de ponta (nem os joelhos doloridos de ensaiar 5 horas seguidas) e tem um namorado que vive na mesma cidade (ou pelo menos mesmo estado) que você, eu recomendo um dorama pra assistir embaixo das cobertas.

Mas é sério que existe algum dorama pelo qual os rapazes se interessem?

Ah, existe! (se bem que eu tenho um amigo que curte Boys Over Flowers, mas deixa quieto)

Amadas (e amados), apresento-lhes Bad Guy!

Deixe-se seduzir... hohohoCollapse )
 
 
Current Mood: goodgood
 
 
Aninha
24 August 2009 @ 08:25 pm
*espanta* *espanta*

Estou viva! yay!
Tenho internet!!!!! \o\

Pra começar, mudei meu layout! yay!

Depois posto algo de útil!
 
 
Current Mood: sillysilly
Now Listening: Super Junior - Sorry Sorry